A música se chama Atemporal... "... a vida nem sempre segue o nosso querer, mas ela é perfeita naquilo que tem que ser".
Agora me pergunte: mas Débora, o que tem nessa música pra fazer você deixar essa preguiça de lado e botar essa mente criativa pra pensar?
Simples: o meu ser romântico, que vive escondido, vira bicha! (como diria a Marina)
Ele quer falar de todo jeito... e eu não posso segurar esse chato. uhuahuahuahua
Tudo isso por causa dessa parte: "... Eterno enquanto dure tem um final... mas meu amor por você é atemporal... não tem preço"
Atemporal: "que não é afetado pelo tempo ou que o transcende"
Viu? é perfeito! uahuhauhuahuha
O tipo de amor que não tem hora, nem local, nem fim... que não precisa ser vivido agora, mas que fica dentro da gente como uma semente, só esperando a gente regar pra crescer. O tipo de amor que pulsa, sempre, de todas as maneiras dentro de nós. E que não se importa com o tempo... é maior que ele.
Se é possível? Não sei. Sou uma mera mortal pra saber. Acho que esse tipo de coisa acontece sem a gente nem perceber, em momentos imprevisíveis. Acontece com pessoas no mínimo doidas, livres, que vivem intensamente, como a música diz.
É o tipo de coisa que a gente não guarda... guarda a gente! E que não dá pra prender, segurar... é bonito demais pra ter regras.
Nossa... ficou complexo esse negócio... ando enferrujada! auhuahuhauhaua
Vou escrever mais... nem que for só pra mim!