terça-feira, 29 de setembro de 2009

Se não quer me entender... esquece! Não precisa entender! Só peço que me respeite...

Sou ruim demais pra deixar que alguém interfira naquilo que acredito e que mude o que eu quero. Sou teimosa demais pra não fazer o que desejo. Tenho meu orgulho, bato o pé e rodo a baiana se for preciso.
Dou oportunidade, mas tem que fazer por merecer.
Não vou mais dizer não, quando poderia ter dito sim. Fiquei pensando... talvez não compense.
Talvez compense viver mais perigosamente, incrivelmente, loucamente, tudo no "sufixo" (como diz a Aline)
Tenho certeza que compensa mais errar tentando do que ficar em casa pensando no que poderia ter sido.
E eu sei que o que quero pra mim, para o meu futuro, só depende de mim e das decisões que eu tomar agora.
Por isso, por mim, vou tomar todas as decisões agora.
Vou trabalhar mais ainda, pra quem sabe poder descansar depois. Vou fazer o que me der vontade, pra quem sabe poder fazer o que for certo depois. Vou pensar em mim agora, pra quem sabe poder pensar em alguém depois. E aí começar tudo de novo. E dar o máximo de mim sempre.

Estou cansada de sono... de dormir pouco, não de correr atrás das minhas coisas e de tudo o que está por vir. Se precisar, fico acordada 20 horas por dia (estou quase nisso!) só pra poder ver e me orgulhar de tudo o que fiz. Só pra ter certeza do que fiz.
Mesmo que eu tento, não posso garantir que aquilo que faço vai agradar a todos.
Mesmo que eu tento, não posso garantir que aquilo que sou é o que os outros pensam de mim.
Mesmo que eu tento, não posso garantir que aquilo que sou é do jeito que os outros gostam.
Mesmo que eu tento, não posso garantir que aquilo que escrevo, alguém vai ler.
Mesmo que eu tento, não posso garantir que aquilo que me convém, convém ao outro.
Mesmo que eu tento, não posso garantir que todos vão me entender.
Mesmo que eu tento, não posso garantir que todos vão me apoiar.
Mesmo que eu tento, não posso garantir que as pessoas que eu amo não vão se machucar.
Mesmo que eu tento... fico com essa sensação de que nada do que eu faço está bom. Bom do jeito que eu quero. Bom pra todo mundo, inclusive pra mim. Bom de verdade.
Mesmo que eu tento, não posso garantir que os outros vão me seguir, mesmo que eu tenha a certeza de que é o melhor.
Não vão me seguir porque existe o livre-arbítrio. É por causa dele que todos são diferentes.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

"...ela só queria alguém
que entendesse seus sonhos
que dissesse palavras fáceis
que nunca lhe trouxesse dor..."

terça-feira, 22 de setembro de 2009

"Porque você me olha desse jeito
como se você quisesse alguma coisa
alguma coisa que eu tenho!"

terça-feira, 15 de setembro de 2009

E quando eu vejo... sou eu ali.
Eu de carne, osso, alma e poesia.
Eu feito de defeitos e coisas belas.
Feito de amor e paixão.
Feito de flores e espinhos.
Sou eu...
Eu de mim mesma!


"De manhã cedo, essa senhora se conforma
Bota a mesa, tira o pó, lava a roupa, seca os olhos
Ah! Como essa santa não se esquece de pedir pelas mulheres
Pelos filhos, pelo pão
Depois sorri, meio sem graça
E abraça aquele homem, aquele mundo
Que a faz, assim, feliz
De tardezinha, essa menina se namora
Se enfeita, se decora, sabe tudo, não faz mal
Ah, como essa coisa é tão bonita
Ser cantora, ser artista
Isso tudo é muito bom
E chora tanto de prazer e de agonia
De algum dia, qualquer dia
Entender de ser feliz
De madrugada, essa mulher faz tanto estrago
Tira a roupa, faz a cama, vira a mesa, seca o bar
Ah, como essa louca se esquece
Quanto os homens enlouquece
Nessa boca, nesse chão
Depois, parece que acha graça
E agradece ao destino aquilo tudo
Que a faz tão infeliz
Essa menina, essa mulher, essa senhora
Em que esbarro toda hora
No espelho casual
É feita de sombra e tanta luz
De tanta lama e tanta cruz
Que acha tudo natural."

Música: Essa mulher, Elis Regina