quinta-feira, 10 de junho de 2010

duas versões de uma mesma história - por ele, para ela!

"Como mágica, acendeu um facho de luz sobre ela, sentada no canto, sozinha, pensando na vida.
O tempo passando, eu tocando as músicas... mas não conseguia parar de olhar você e sim, estava ali tocando apenas para você! Cada batida em cada peça da bateria era uma tentativa de estabelecer alguma comunicação, tentar te dizer alguma coisa.
Contava os minutos para terminar e, enfim, poder ir até você. Não pude pensar em nada, nossa conversa foi toda por olhares. Puro instinto, algo próximo da caça e o caçador. Era o desejo e a desejada!
Cheguei até você, que se assustou com minha aproximação. Ficou tímida, não sabia o que fazer ou dizer, mas eu não podia estar errado!
Sem pensar, com toda a certeza que você me fez sentir durante nossa conversa com os olhares, não tinha nada a dizer que não fosse algo sincero: _ Quero você, garota!"

FIM

duas versões de uma mesma história - por ela

A menina mais triste do mundo jamais poderia imaginar que acabaria essa noite apaixonada.
Enquanto tomava seu drink, no canto de um bar qualquer, sentia como se a observassem. Mas mesmo que procurasse, não conseguia encontrar o dono do olhar que a perturbava. Até que em um instante de descuido pôde perceber que alguém lá do fundo do palco a olhava. A olhava de forma inquisitiva, ultrajante, sem escrúpulos, sem pudor. Um olhar que queria ver por baixo da roupa, por trás dos olhos, por dentro da alma. Esse olhar... era exatamente o tipo de olhar que faz a gente largar tudo sem pensar, que deixa a gente sem reação, com um nó na garganta e uma dor no estômago. Era esse o olhar que o músico desconhecido lançava à ela.
Logo, em alguns minutos, tudo ao redor já tinha desaparecido. A única coisa que restava era aquela melodia. Aquela batida que mais parecia o soar de um coração. É. Talvez fosse mesmo, o dele e o dela juntos, compassados, num mesmo ritmo, numa mesma canção, num mesmo bater. Aquela música era dela. Ele tocava para ela, mais ninguém.
E quando a música acabou, ele se levantou e veio em sua direção. Olhar para ele dava coisas. Ele emanava uma mistura de força, agressividade e paixão, com cheiro de mar e liberdade. De repente era isso: ela queria voar... com ele!
_ Quero você, garota!
Nesse instante, tudo fez sentido!
FIM!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Camisa 10

Ontem, depois de todo o chororô tive que rir. O lindo disse que sou como um camisa 10: vai lá e resolve! Todo mundo passa a bola pra ele e no fim, ele que arma a jogada ou que chuta pro gol.
Eu gostei! O que você acha, Bauru? Tenho cara de camisa 10? uahuahuahuhauha