... de um lado a poesia, o verbo, a saudade. Do outro a luta, força e coragem pra chegar no fim."
quinta-feira, 10 de junho de 2010
duas versões de uma mesma história - por ele, para ela!
duas versões de uma mesma história - por ela
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Camisa 10
Eu gostei! O que você acha, Bauru? Tenho cara de camisa 10? uahuahuahuhauha
sexta-feira, 28 de maio de 2010
voltando...
A música se chama Atemporal... "... a vida nem sempre segue o nosso querer, mas ela é perfeita naquilo que tem que ser".
Agora me pergunte: mas Débora, o que tem nessa música pra fazer você deixar essa preguiça de lado e botar essa mente criativa pra pensar?
Simples: o meu ser romântico, que vive escondido, vira bicha! (como diria a Marina)
Ele quer falar de todo jeito... e eu não posso segurar esse chato. uhuahuahuahua
Tudo isso por causa dessa parte: "... Eterno enquanto dure tem um final... mas meu amor por você é atemporal... não tem preço"
Atemporal: "que não é afetado pelo tempo ou que o transcende"
Viu? é perfeito! uahuhauhuahuha
O tipo de amor que não tem hora, nem local, nem fim... que não precisa ser vivido agora, mas que fica dentro da gente como uma semente, só esperando a gente regar pra crescer. O tipo de amor que pulsa, sempre, de todas as maneiras dentro de nós. E que não se importa com o tempo... é maior que ele.
Se é possível? Não sei. Sou uma mera mortal pra saber. Acho que esse tipo de coisa acontece sem a gente nem perceber, em momentos imprevisíveis. Acontece com pessoas no mínimo doidas, livres, que vivem intensamente, como a música diz.
É o tipo de coisa que a gente não guarda... guarda a gente! E que não dá pra prender, segurar... é bonito demais pra ter regras.
Nossa... ficou complexo esse negócio... ando enferrujada! auhuahuhauhaua
Vou escrever mais... nem que for só pra mim!
terça-feira, 20 de abril de 2010
"...sem emoção morro de fome"
Quer ver a dor que instigam que ela sofra... a mesma dor de saber que tudo o que faz está errado, que nada serve, que nada presta, que nada pode ser do jeito que quer.
A "menina boazinha" tem uma fera dentro de si. E é só um deslize para liberá-la: uma hipocrisia, uma falsidade, uma mentirinha e pronto! Tudo o que vc lutou para ter o respeito dela, foi por água à baixo. Coisinhas simples, que pra qualquer pessoa normal nem teria sentido, com ela fazem toda a diferença. Porque ela não é mulher de coisas fúteis e inúteis: ela é completamente bipolar... de extremos... ou é oito ou oitenta!
E isso ela sabe que faz mal... ninguém tem culpa dela ser assim... imprevisível, teimosa... ninguém além dela mesma.
E quer saber? Quanto mais pressionar, mais ela vai escapar!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
Amostra sem valor
Cada um tem o seu, pessoal e intransmissível: com ele se entretém
e se julga intangível.
Eu sei que a Humanidade é mais gente do que eu,
sei que o Mundo é maior do que o bairro onde habito,
que o respirar de um só, mesmo que seja o meu,
não pesa num total que tende para infinito.
Eu sei que as dimensões impiedosas da Vida
ignoram todo o homem, dissolvem-no, e, contudo,
nesta insignificância, gratuita e desvalida,
Universo sou eu, com nebulosas e tudo."
Antonio Gedeão
vazio d'alma, um cretino,
dorido de saudade,
vagueio, só pela cidade.
Procuro-te, Colombina,
teu sorriso de menina,
que me rouba o coração,
ou talvez sim, quiçá não.
Desdenho do Arlequim -
o fantasma do grotesco,
vil, trajado de burlesco -
a quem amas, ai de mim!
Pierrot, Polichinelo,
Bobo, palhaço, capelo,
esgar de riso amarelo,
maldição, azar, flagelo.
Pierrot, louco amante,
vadio, ladrão, que tratante!
Sou quem suspira de dor
por Colombina, amor.
Pierrot, que ri, chorando,
patético ser do nada,
p'la cidade caminhando,
em busca de sua amada!
Triste Pierrot, que ri
sangue no branco do rosto,
e as lágrimas de desgosto,
de quem beijar, nunca vi!"
Cyrano de Bergerac
"A medida do amor é amar sem medida" - Victor Hugo
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Complicações - de mim pra mim mesma!
As coisas ficam difíceis, cheias de fórmulas e métodos. A complicação embaça a essência da coisa. Transforma em algo modificado, impuro.
São as complicações que fazem de coisas lindas coisas imorais. Fazem de coisas inofensivas tema para pesadelos, medos e sofrimento.
Mata o que foi devaneio e poesia. Atinge em cheio até cabeças despreocupadas. Impõe regras a seguir, sistemas a adotar, realidades que não nos merecem.
Por que não sei você, mas eu sou feita de suor, garra e sorvete de chocolate. Quero o máximo dos máximos. Vejo beleza em tudo, mas não me preocupo se meu cabelo não te agrada. Gosto do que é belo, puro, intocável. Gosto do que seduz, do escondido, do imaginário.
E se disser pra mim que está errado, que não convém o que digo, que não convém o que faço, gosto ainda mais, pois cansei de me complicar.
Complicação que só poda minha mente. Que só me perturba o sono e me deixa com dor de barriga. Complicação que me confunde e me ilude.
Se for pra cair, que caia porque tentou pular. Se for pra chorar, que chore de tanto rir. Se for pra sair do chão, que seja pra voar o mais alto e longe que puder. Assim será mais fácil descobrir o que é real: é só não complicar.
A dança - Pablo Neruda
topázio ou flecha de cravos que propagam o fogo:
te amo como se amam certas coisas obscuras,
secretamente, entre a sombra e a alma.
Te amo como a planta que não floresce e leva
dentro de si, oculta,a luz daquelas flores,
e graças a teu amor vive escuro em meu corpo
o apertado aroma que ascendeu da terra.
Te amo sem saber como, nem quando, nem onde,
te amo diretamente sem problemas nem orgulho:
assim te amo porque não sei amar de outra maneira,
senão assim deste modo em que não sou nem és,
tão perto que tua mão sobre meu peito é minha,
tão perto que se fecham seus olhos com meu sonho."
sábado, 13 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Escreva um livro e que ele ensine algo de bom
A vida é mais que um mero poema
Ela é real
E ainda que a velha mania de sair pela tangente
Saia pela culatra
O que se faz aqui, ainda se paga aqui
Deus deu mais que ar, coração e lar
Deu livre arbítrio
E o que você faz?
E o que você faz?
Aqui jaz um coração"
Mais que um mero poema, Rosa de Saron
A brisa que soprava do mar bagunçava seus cabelos, acariciando sua pele exposta pelas roupas curtas.
Com os braços abertos, tentava abraçar o mar. O mar, por sua vez, agia como se desejasse alcança-la também: cada vez que sorria, uma onda maior arrebentava na areia. Cada vez que dançava com o vento, o mar ficava ainda mais furioso.
Que coisa estranha. O mar parecia com ciúmes da brisa morna. Parecia com ciúmes daquela menina com os pés na água.
O jeito como o mar agia só podia ser paixão. E é claro: pela menina. Era compreensível. Impossível não se apaixonar por aquela beleza e inocência. Impossível não se apaixonar por aquelas formas firmes e ao mesmo tempo suaves.
E no fim do dia, depois de recolher as conchinhas que o mar mandava para a areia, ela me notou. E sorriu daquele jeito que tinha sorrido para o mar.
E assim como o mar, me apaixonei perdidamente. Me apaixonei por aquele sorriso, por aquele corpo, por aqueles olhos. Olhos escuros, negros como a noite.
Tornei-me prisioneiro daquela boca. Virei escravo do amor de Ana. Ana. Minha bela Ana.
Hoje, depois de tanto tempo, ainda não sei se o mar me perdoou por ter levado Ana. Ela é e sempre será minha. Nossa história nunca acabará, pois a amo mais do que tudo. Mais do que a mim mesmo.
A única história que ficou para contar é sobre o amor do mar por uma menina. O amor do mar por Ana.
Débora Helene
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Vindo de outros tempos mas sempre no horário
peixe fora d'água, borboletas no aquário
Muito prazer, meu nome é otário
na ponta dos cascos e fora do páreo
puro sangue, puxando carroça
Um prazer cada vez mais raro
aerodinâmica num tanque de guerra,
vaidades que a terra um dia há de comer.
Ás de espadas fora do baralho
grandes negócios, pequeno empresário.
Muito prazer me chamam de otário
Por amor às causas perdidas...
Tudo bem...até pode ser
que os dragões sejam moinhos de vento
Tudo bem...seja o que for...
Seja por amor às causas perdidas
Por amor às causas perdidas"
Dom Quixote - Engenheiros do Hawaii
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Ando sentimental demais... quase sentimentalóide!
Sentimentalóide a ponto de ouvir o Fiuk (Bernardo, da Malhação) cantando a música Só Você (do pai dele, Fábio Jr.) olhando pra menina que ele gosta (o de sempre!) e achar lindo :s
Ou pensar que nem uma louca em alguma coisa pra escrever e ter medo do que pode sair.
Ou tentar preencher os dias, mas não conseguir sair da frente do pc (*-*)
Ou chorar por qualquer coisa que aconteça... desde o cachorro branco abandonado à saber que tem que trabalhar o dia todo no sábado.
Ou me emocionar ouvindo uma música (ou várias!)
Ou me derreter com palavras doces e ficar p... da vida com descaso.
E assistir várias e várias vezes "O Fantasma da Ópera" e chorar em todas (mas esse é um tema futuro para o blog)
E ficar relendo coisas antigas (ou nem tanto!) e imaginar se elas voltarão ou se são reais.
E se sentir ridícula, boba...
Você sabe como sentimento é brega, né?! Amor é brega! Paixão é brega!
Eu não tenho nenhum tipo de preconceito com breguice... e gosto de ser diferente.
Se for pra falar o que ta sentindo e fazer o que tem vontade eu voto à favor do brega. Se fosse assim ninguém mais passaria vontade (de nada) e quem sabe as pessoas nos deixariam em paz.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Para quem me odeia - Fernanda Young
"Para quem me odeia
Eu te amo. E não seria metade do que sou sem você, juro. É seu ódio profundo que me dá forças para continuar em frente, exatamente da minha maneira.
Prometa que nunca vai deixar de me odiar ou não sei se a vida continuaria tendo sentido para mim. Eu vagaria pelas ruas insegura, sem saber o que fiz de tão errado se alguém como você não me odeia, é porque, no mínimo, não estou me expressando direito.
Sei que você vive falando de mim por aí sempre que tem oportunidade, e esse tipo de propaganda boca a boca não tem preço. Ainda mais quando é enfática como a sua - todos ficam interessados em conhecer uma pessoa que é assim, tão o oposto de você.
E convenhamos: não existe elogio maior do que ser odiado pelos odientos, pelos mais odiosos motivos. Então, ser execrada por você funciona como um desses exames médicos mais graves, em que "negativo" significa o melhor resultado possível.
Olha, a minha gratidão não tem limites, pois sei que você poderia muito bem estar fazendo outras coisas em vez de me odiar - cuidando da sua própria vida, dedicando-se mais ao seu trabalho, estudando um pouco. Mas não: você prefere gastar seu precioso tempo me detestando. Não sei nem se sou merecedora de tamanha consideração.
Bom, como você deve ter percebido, esta é uma carta de amor. E, já que toda boa carta de amor termina cheia de promessas, eis as minhas:
Prometo nunca te decepcionar fazendo algo de que você goste. Ao contrário, estou caprichando para realizar coisas que deverão te deixar ainda mais nervoso comigo.
Prometo não mudar, principalmente nos detalhes que você mais detesta. Sem esquecer de sempre tentar descobrir novos jeitos de te deixar irritado.
Prometo jamais te responder à altura quando você for, eventualmente, grosseiro comigo, ao verbalizar tão imenso ódio. Pois sei que isso te faria fi car feliz com uma atitude minha, sendo uma ameaça para o sentimento tão puro que você me dedica.
Prometo, por último, que, se algum dia, numa dessas voltas que a vida dá, você deixar de me odiar sem motivo, mesmo assim continuarei te amando. Porque eu não sou daquelas que esquece de quem contribuiu para seu sucesso.
Pena que você não esteja me vendo neste momento, inclusive, pois veria o meu sincero sorrisinho agradecido - e me odiaria ainda mais.
Com amor, da sua eterna"
Pra quem me odeia - Fernanda Young (colunista da Claúdia)
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Até que enfim a 1ª postagem do ano...
Outro ano já começou com velocidade máxima.
Quero pra esse ano: escrever mais no blog, levar a vida de leve, viver cada segundo intensamente, dizer o que penso, fazer o que quero e acima de tudo, ser feliz sem medida.
Que venha 2010... com tudo! :) ;)